O Longo Caminho até o 11 de Setembro

O Longo Caminho até o 11 de Setembro
A verdadeira história do 11 de setembro

sábado, 22 de setembro de 2012

Lembrem-se do 11 de setembro...



“Lembrem-se do 11 de setembro!”

Todas as vezes que falamos sobre o World Trade Center, imediatamente nos vêm à mente as cenas dos aviões explodindo contra aquelas gigantescas estruturas edificadas lado a lado. É incrível como aquelas imagens tão fortes nos fizeram perceber imediatamente que uma página na história da humanidade acabava de ser virada. Tragicamente, puseram fim a milhares de vidas e elevaram os temores humanos a um novo patamar de incertezas. As maneiras como o direito internacional, que passaram a conduzir as nações, após a Segunda Guerra Mundial, no julgamento de suas questões políticas, econômicas e militares, foram praticamente demolidas com aquelas torres.
Países como Estados Unidos, Israel, Rússia e China, passaram a transferir suas ações militares, que massacram populações civis, em países como Afeganistão, Iraque, Palestina, Chechênia e Nepal, para desculpa de guerra contra o terror. Nestes últimos onze anos, milhares de pessoas foram mortas, vítimas de bombardeios pesados, cercos a cidades inteiras que minaram suas infra-estruturas deixando-as sem luz, água, socorro médico e ajuda humanitária de qualquer espécie. Deixadas a sua sorte, estas pessoas não puderam contar nem com a sensatez das agências de notícias externas que, covardemente, se calaram e transmitiram apenas o que lhes foi ordenado pelas forças políticas e militares dos países que se dizem os portadores das liberdades humanas deste novo século. Para piorar, sempre que buscam um entendimento sobre como negociar estes conflitos de uma forma mais política e pacífica, viram imediatamente, reféns do ódio de grupos terroristas que são, na maioria dos casos, plantados para espalhar o pânico.
Lembrar das torres gêmeas, nos faz pensar, erradamente, que o terrorismo deve ser combatido com todos os rigores das forças das armas. O medo de que terroristas possam adquirir armas de destruição de massas e as lancem contra qualquer país, povo ou cidade, reforça os discursos destes homens que, tão habilmente, tem conseguido enganar a todo o mundo. Os eventos de onze de setembro, não ocorreram por um acaso de falha de segurança de uma nação rica e orgulhosa de seu poder, como os EUA. Foram, antes de mais nada, uma sucessão de fatores minuciosamente planejados, implementados e estruturados com características semelhantes às do “Projeto Manhattan”, que foi o pai da bomba atômica americana.
É particularmente interessante, reparar na semelhança dos discursos de Franklin Delano Roosevelt, logo após o ataque japonês a Pearl Harbor, que disse a nação: “... Lembrem-se de Pearl Harbor!”; e de George W. Bush, após os ataques de 11 de setembro, que dirigiu-se ao povo americano dizendo: “... Lembrem-se do onze de setembro!”.
O terror deve ser combatido sim. Mas, combatido nas suas raízes, nas suas fontes, na sua disseminação, nos seus financiamentos oriundos de políticas de governos corporativos ou de Estados fracassados. Estes governos, voltados para seus estilos de vida, consumidores desenfreados e fúteis, de uma vida desprovida de um pensamento coletivo, gananciosos pelos bens de consumo material e de seus confortos e seguranças próprias, renegam ao resto dos povos do mundo, o direito de compartilhar suas riquezas. As armas que deveriam ser utilizadas no combate ao terror, deveriam ser a distribuição, de uma forma mais justa, dos recursos naturais de nosso mundo. Negar aos povos o direito de uma qualidade de vida justa é o mesmo que alimentar as chamas do ódio que se encontram dentro dos corações dos povos que vivem em regiões de conflito.
Não existiriam Osamas, Husseins, Basayevs, Hamas, Mártires de Alaksa, Jihad Islâmica, e tantos outros se, em contra partida, não existissem Bushs, Putins, Sharons, Blairs,  e etc. Estes homens se mantiveram e se mantém no poder, porque exploram as ações pavorosas de seus inimigos, que nada mais são do que peças de um tabuleiro de xadrez.
Os anos vindouros irão mostrar às novas gerações, se a forma como o terrorismo global está sendo combatido, foi certa ou errada. Infelizmente, não haverá como voltar atrás, depois que nossas decisões forem tornadas atos. A estes homens que se colocam como os certos, dar o poder e, pior, legitimar o uso deste poder, pode ser o fator determinante para o bem ou o mal de nossos filhos. A herança de um mundo melhor ou a se reconstruir, poderá ser recebida pelas gerações de amanhã, como uma benção ou como uma maldição.
Lembrar do 11 de setembro, é necessário, mas não da forma como o presidente americano nos insinua. Precisamos, antes de tudo, compreender o 11 de setembro. Suas causas, seus efeitos, suas conseqüências. Precisamos reconstruir o que foi destruído, daquele triste dia para cá. E o que foi destruído além de ferro, vidro e cimento? Foram destruídas vidas humanas, liberdades civis, direitos internacionais e universais, paz, segurança, propriedades. Foram destruídas as fronteiras de Estados soberanos. Suas riquezas minerais, suas fontes de energia, descaradamente começaram a ser escoadas para os países que se dizem guardiões da paz.
Quando nos lembramos do 11 de setembro, precisamos ter sempre em mente que a busca pela verdade, por trás daqueles acontecimentos, é a chave para desvendar-mos a maior fraude da história contemporânea. Assim, talvez, possamos consertar um pouco do que já foi destruído.

Francisco Carlos Bezerra
Autor

domingo, 2 de setembro de 2012

Bin Laden suicidou-se antes da chegada das forças especiais


O antigo soldado norte-americano das forças especiais Mark Owen, autor do livro sobre a operação da eliminação de Osama bin Laden, afirma que o líder da Al-Qaeda já estava morto quando o destacamento irrompeu em seu quarto, informa a mídia estadunidense.


A versão do assassinato do “terrorista número um” apresentada pelo Pentágono está se desmoronando sob os depoimentos das testemunhas.


A mídia ocidental publica fragmentos do livro, escrito por um dos participantes da operação de assalto a Osama Bin Laden. O autor afirma que o cabeça da Al-Qaeda suicidou-se com um tiro ou foi morto por um atirador de elite ainda antes do momento em que a unidade dos “leões marinhos” americanos invadiram a sua casa.
O autor deste livro sensacional participou pessoalmente daquele ataque memorável em maio de 2011, na cidade paquistanesa de Abbotabad. O livro intitulado Um dia nada simples devia ser posto à venda a 11 de setembro, - aniversário dos atentados terroristas. Mas devido à reação tempestuosa da mídia, decidiu-se lançar o livro com antecedência de uma semana.
O autor, indicado na capa, seria um certo Mark Owen. Mas o canal de televisão Fox News já conseguiu desvendar a personalidade do autor: é o veterano da unidade dos “Leões Marinhos” Matt Bisonett, de 36 anos, cavalheiro da Medalha de Bronze e da ordem de “Coração de Púrpura”. Para não ficar para trás dos concorrentes, outras edições, em particular, o Business Insider, descobriram e publicaram a fotografia deste herói. Portanto o seu retrato com a legenda “O assassino do mártir sheikh Osama Bin Laden” já embeleza o site da Al-Qaeda.

O autor do futuro sucesso de venda expõe da seguinte maneira a sua história. Quando a tropa dos “leões marinhos” já estava dentro da residência de bin Laden e subia pela escada para o segundo andar, um dos soldados viu o líder dos terroristas aparecer por um instante na porta de um dormitório escuro. Ele desapareceu imediatamente dentro do quarto. Um instante depois ouviram-se tiros. Quando a tropa invadiu o dormitório, bin Laden já era um artigo de morte. Duas mulheres soluçavam sobre o seu corpo, o lado da cabeça do homem estava ensangüentado, o terrorista contorcia-se em convulsões mortais. “Owen – Bissonett e mais um comando textualmente crivaram-no de balas. A seguir revistaram o dormitório e encontraram duas armas de fogo – a submetralhadora AK – 47 e a pistola Makarov, ambas com pentes vazios. Fazemos lembrar que de acordo com a versão oficial, bin Laden estava armado e não pretendia render-se. O autor desmente também a declaração dos círculos oficiais de Washington de que o inimigo abatido fosse tratado com todo o respeito. “Owen” afirma no seu livro que um dos participantes da operação sentou-se no corpo de bin Laden, carregado no helicóptero.
É preciso levar em consideração que a liquidação do “terrorista número um” é um dos poucos “ativos pré-eleitorais” de Barack Obama, salvo a “vitória” sobre o líder líbio Muamar Kadhafi, pois sob o ponto de vista do bom senso esta última dificilmente pode ser qualificada como um ativo. Aliás, a própria operação de assalto ao abrigo de bin Laden tem um aspecto um tanto esquisito.
Fazemos lembrar que a versão oficial foi criticada bem desde o momento do seu surgimento. Nas entrevistas anônimas os participantes da operação chamavam à crônica de eventos, publicada pelas autoridades, somente de “um bangue-bangue de mau gosto”. Naquela mesma ocasião o almirante William McRaven, chefe do comando de operações especiais das forças armadas americanas, advertiu que qualquer pessoa que revelasse informações secretas, teria que enfrentar repressões a ponto de ser submetida à perseguição penal e condenada à prisão. No entanto, o livro saiu e, a julgar por tudo, o autor não fez grandes esforços para ocultar o seu verdadeiro nome. O veterano do serviço russo de Inteligência Externa Lev Korolkov reputa que isso faz lembrar mais de tudo “um lance pré-eleitoral”.
"Quanto mais próximo fica o mês de novembro, tanto maior será o número de semelhantes lances. É o desenrolar natural da luta política em que todos os meios são bons. Agora trava-se a luta pelo posto de presidente e, como é natural, ambas as partes procuram lançar o máximo de materiais comprometedores um contra outro. Quanto a bin Laden, este virou de há muito uma espécie de bandeira que as partes arrancam uma a outra."
Por enquanto, a imprensa veicula intensamente os fatos da biografia do valoroso combatente do comando de operações especiais, que ousara lançar desafio a Obama. Afirma-se, por exemplo, que Bisonnett tinha participado das operações contra os piratas somalis e fez parte da operação de libertação em 2009 do capitão do porta-contêiner Maersk Alabama. Mas o mais importante é que Bisonnett não faz segredo de que está descontente com o presidente Barack Obama.
Do site: Rádio Voz da Russia.

Nota do autor:
De tudo o que se afirma nesta versão, o autor do livro esqueceu-se de que Laden sofria da síndrome de Marfan e, além disso, era portador de câncer de próstata em estágio avançado. Exitem, ainda, rumores de que Laden morreu de complicações renais (ele fazia hemodiálise a cada três dias).

domingo, 22 de julho de 2012

Administração Bush - Os verdadeiros culpados pelo 11 de setembro



Onze anos depois dos ataques ao World Trade Center e ao Pentágono, ao menos 49,3% da população em Nova Iorque começa a acreditar que o governo sabia dos planos para o atentado e não fez nada para impedi-lo. Mas a verdade é ainda mais sinistra.

           Após 11 anos do ataque que teria sido promovido pela Al Qaeda a alvos como o World Trade Center e o Pentágono para promover a política do imperialismo, cresce na opinião pública mundial, em particular a opinião pública norte-americana, a ideia de que o próprio imperialismo tenha planejado e executado os ataques. Independente da sua veracidade, este tipo de opinião é fruto da desagregação política causada pelas derrotas da chamada “Guerra ao Terror” no Iraque e no Afeganistão e da consciência da população das conspirações do governo norte-americano. Segundo pesquisa recente, pelo menos 49,3% da população de Nova Iorque consideram que o governo norte-americano sabia, pelo menos, que os ataques tinham sido planejados e não fizeram nada para impedi-los.
          Vamos expor a seguir algumas destas teses que apontam que os ataques de 11 de setembro de 2001 foi uma “operação interna”.

A versão oficial

          Segundo o registro do governo norte-americano, versão repetida exaustivamente pela imprensa capitalista brasileira, porta-voz da Casa Branca no Brasil, 19 militantes da Al Qaeda, sob as ordens de Osama bin Laden apoderaram-se de quatro aviões Boeing e, enquanto escapavam do Sistema de Defesa Aéreo, conseguiram atingir 75% dos alvos que planejavam atacar. 
Por sua vez, as torres 1,2 e 7 do World Trade Center desabaram devido a uma falha estrutural causada pelo fogo em um efeito em cadeia com um andar derrubando o outro.
Enquanto isso, os aviões que atingiram o Pentágono e o avião abatido em Shankisville, cidade da Pensilvania, foram vaporizados devido ao impacto.
Apesar de todos os gastos e aparatos militares e de inteligência não houve avisos sobre estes ataques e múltiplas falhas, algo reconhecido pelo governo dos EUA, ou seja, impediram uma defesa capaz de evitar o êxito do grupo nacionalista árabe.  

Evidências suspeitas

1.O primeiro fato que chama a atenção é a forma como caíram as torres do Word Trade Center. Uma forma muito semelhante a uma explosão programada de um edifício. Além disso, as duas torres caíram exatamente da mesma forma, aumentando as possibilidades de que foram dinamitadas.
2. O cimento dos edifícios foi pulverizado. As cenas do ataque após as torres virem  abaixo. O que se vê, e novamente pode ser constatado pelas imagens de televisão, são grandes montanhas de pó de 5 ou 6 metros de altura.
4. Canais de televisões norte-americanos registraram depoimentos de repórteres que ouviram uma segunda explosão antes do colapso total dos edifícios.
5. Membros do governo Bush, como Condolezza Rice, secretária de Estado, e o próprio George W.Bush afirmaram que não ocorreram avisos sobre os atentados e que o governo e o sistema de Defesa não previam ataques desta natureza. Uma afirmação falsa, pois dois anos antes dos ataques de 11 de setembro, as Forças Armadas dos EUA realizaram exercícios de treinamentos que usavam aviões desviados como armas com um dos supostos alvos sendo o WTC. Fora a experiência norte-americana com o ataque a Pearl Harbor.

Vamos expor a seguir algumas teses que tentam provar que não foram ataques, mas um atentado praticado pelo próprio imperialismo.

O financiamento

          Investigações conduzidas por congressistas norte-americanos e pelos serviços secretos mostram que uma das chaves para descobrir o que realmente aconteceu no 11 de setembro pode estar na movimentação de personagens chaves para este “quebra-cabeça”.
          Foi constatado que o principal homem do serviço secreto paquistanês, o General Mohmood Ahmeed, pediu para que um dos líderes da causa árabe, o Omar Sheikh, emprestasse 100 mil dólares a Mohammed Atta, principal militante da Al Qaeda na lista dos 19 executores do atentado.
O homem que enviou os 100 mil dólares ao militante da Al Qaeda, Omar Sheikh, esteve preso em meados da década de 1990 por outros ataques desta natureza e confessou agir em conjunto com o serviço secreto paquistanês em várias operações.
          No entanto, apesar destas ligações entre o serviço secreto paquistanês e os militantes árabes que planejaram o ataque, este problema foi tratado como irrelevante pelos responsáveis pelas investigações.
          O mais grave foi a notícia de que o General paquistanês Momood Ahmeed foi visto almoçando com oficiais do governo em Washington no dia 11 de setembro.

Os 19 militantes da Al Qaeda

          Os ataques tinham como executores 19 militantes da Al Qaeda, no entanto, os nomes deles não foram achados nos relatórios de vôos entregues pelas companhias aéreas, assim como nenhum nome árabe constava nos mesmos. E, depois, foi constatado que estes 19 tiveram suas despesas, nos anos que antecederam o ataque do 11 de setembro, pagas pelo governo dos EUA e que muitos deles ainda estão vivos.

A família Bin Laden

          Em janeiro de 2001, a administração Bush ordenou ao FBI e às agencias de inteligência para se afastarem das investigações que envolviam a família Bin Laden, incluindo dois familiares que viviam na cidade de Falls Church, no estado da Virgínia, próximo ao quartel da CIA. Neste momento, Osama Bin Laden já era considerado um dos principais “terroristas” procurados pela agência.
          Esta medida de suspender as investigações sobre a família Bin Laden não faz sentido para quem pretendia se proteger de um ataque, pois este tipo de atividade não era algo exclusivo de Osama Bin Laden nesta família.
          Em 1976, o irmão de Osama Bin Laden, Saleem Bin Laden contratou Jim Bath para lidar com todos os investimentos desta família nos Estados Unidos. Bath tem uma longa relação com George W. Bush.
          A ligação entre as famílias Bush e Bin Laden fica evidente quando George Helbert Walker Bush, o “Bush pai”, faz viagens à Arábia Saudita em 1998 e 2000 para se encontrar com a família Bin Laden em nome da Companhia Carlyle Group.
          Jornais norte-americanos noticiaram uma reunião do irmão mais velho de Bin Laden, Shafig Bin Laden, e George H. W. Bush no dia 11 de setembro a serviço desta companhia. E a Carlyle Group é uma das maiores empresas de defesa do mundo e uma das que mais lucraram depois do 11 de setembro.

A queda das Torres do World Trade Center

As torres 1 e 2 e o chamado “efeito panqueca”

          Este caso ocorre quando o fogo em um edifício, apesar de não derreter o aço, o aquecem  suficientemente de forma a provocar um efeito onde os andares, enfraquecidos pelo choque (no caso do 11 de setembro, causado pelos aviões) se soltam da estrutura metálica e cedem em uma reação em cadeia.
          É importante salientar que esta é a tese oficial do governo norte-americano para explicar a queda do WTC.
          Mas, novamente, as cenas registradas não mostram uma pilha de andares, uns em cima dos outros nem o eixo metálico das colunas erguido em pé. Ainda mais o WTC, que possuía 47 colunas de aço maciço, que no projeto original do prédio foram feitas para conseguir se sustentar em pé diante destes ataques.  
          Outro fato importante é que, segundo a versão oficial, a queda dos dois edifícios ocorreu em uma velocidade semelhante à queda de um corpo em queda livre sem encontrar nenhuma resistência; o que de uma altura de 110 metros de altura, altura dos prédios do WTC, levaria aproximadamente 10 segundos para acontecer.
          As torres gêmeas caíram a uma velocidade de um corpo em queda livre. Uma coisa impensável para 20 mil toneladas de aço que se fragmentam desta altura. O que representa uma média de 10 andares despencando a cada segundo. No “efeito panqueca”, onde um andar leva a destruição do outro seria impossível um prédio cair no mesmo tempo de um corpo em queda livre. Como um andar leva à queda do outro, a queda não ocorre sem resistência, o oposto da queda livre. 
          Somente explosivos podem mover esta enorme massa de concreto do caminho, o que poderia explicar as explosões ouvidas pelas pessoas presentes no local, conforme apontamos na parte que tratava das evidências suspeitas.

O que derrubou o edifício 7 do WTC?

          Quando falamos do ataque aos prédios do WTC sempre vem às nossas mentes as “torres gêmeas”. No entanto, o WTC é formado por um conjunto de prédios e foram três, e não dois os edifícios atacados. Os edifícios 1 e 2 são as conhecidas “torres gêmeas”, mas além delas também desabou a Torre 7.
          Neste caso, também fica o mistério. No noticiário não apareceram as causas do seu desabamento e nem o governo as divulgou. Não há nenhum registro de um avião que tenha se chocado com ela e muito menos que ela tenha sido derrubada com a queda de uma das “torres gêmeas”, pois estas caíram verticalmente, como se tivessem sido implodidas.
          Ou seja, caiu um arranha-céu de 47 andares ao lado das “torres gêmeas”, mas ninguém sabe nada sobre isso.

O governo dinamitou as torres?

          Nos três edifícios, foi encontrado aço fundido, no entanto, isto também é negligenciado do relatório oficial. Este tipo de material, pela sua alta temperatura, se resfria normalmente com poeira. Apesar das inúmeras nuvens de pó após a queda do WTC, o metal derretido foi encontrado a uma temperatura comum àqueles achados em implosões controladas.    
          A explicação oficial foi o fogo, no entanto, é difícil imaginar que no país mais desenvolvido do mundo, com a tecnologia mais avançada, tenha ocorrido a única queda de um edifício com estrutura metálica por causa do fogo da história da construção civil.
Por isso, muitas pessoas têm apontado que o próprio imperialismo demoliu os prédios.

Pentágono

          Nas cenas do ataque ao Pentágono não são vistos, em momento algum, destroços do avião, nem corpos, bagagens etc.; são vistos apenas tijolos e pedras.
          A explicação oficial é que a intensidade do calor do combustível teria vaporizado o avião inteiro. Algo, no mínimo, suspeito, pois o Boeing em questão tinha dois motores Rolls Royce feitos de uma liga de aço e titânio e cada um pesava 6 toneladas. É impossível e comprovado cientificamente que 12 toneladas de aço e titânio tenham evaporado por causa do combustível.
Mas nos registros oficiais há corpos que foram identificados pelas impressões digitais e por testes de DNA. Que tipo de fogo pode vaporizar alumínio e aço temperado e deixar cadáveres “intactos”?
Além disso, nunca foi mostrado um único vídeo do momento da queda do avião no Pentágono. Os vídeos foram confiscados pela FBI e o Departamento de Justiça até hoje se recusa a divulgá-los.

Shankisville

          Apesar de ser um dos alvos do ataque do 11 de setembro, nos últimos onze anos quase não foi dado destaque ao ataque realizado na cidade de Shankisville, na região do Condado de Somerset, no estado da Pensilvânia.
          O vôo da United Airlines, sequestrado pelos árabes da Al Qaeda, poderia estar indo com destino à Casa Branca, em Washington DC.
          O avião, segundo a versão oficial, acabou caindo quando os passageiros, amotinados, tentaram entrar na cabine dos pilotos. Mas, assim como o avião do pentágono, as imagens não registram nenhum destroço, apenas um enorme buraco na terra e algumas árvores partidas.


          Assim, de forma geral, as imagens somadas às evidências mostram que, além de tudo o que foi exposto acima, além da ausência dos destroços das aeronaves,  existem os edifícios com cargas de explosivos colocados propositalmente para serem abatidos. 

          Na medida em que estas verdades forem sendo esclarecidas, mais e mais a segurança mundial caminha para uma situação de conflito global. Esta é uma verdade que possui lastro no fato de que milhares de pessoas perderam a vida, muitos países foram arrasados e durante muitos anos não conseguirão se reerguer, as instituições corporativas apossaram-se de muitos governos e conduziram o mundo a uma ruína econômica sem precedentes e o ressentimento entre muçulmanos, judeus e cristãos estão se enraizando nos corações de muitas nações por todo o mundo. Isto, sem contar com a desconfiança que as nações orientais e asiáticas nutrem com relação aos países ocidentais e em particular aos EUA e Israel.

domingo, 22 de janeiro de 2012

O WTC 7 também foi implodido!

Descubra o que uma associação de 1.500 arquitetos e engenheiros nos EUA afirma sobre o que realmente aconteceu nesta torre. As revelações não deixam dúvidas quanto ao que o livro "O Longo Caminho até o 11 de Setembro" vem afirmando neste últimos 2 anos.
Saiba que o motivo e o resultado destas demolições só pode levar o mundo em uma direção: Uma horrível e global guerra.
Nota: A produção e divulgação deste documentário é de responsabilidade única e exclusiva de seus criadores. Este blog limita-se apenas a repassar estas informações públicas que foram postadas no Youtube e que estão disponíveis a qualquer pessoa na internet. Diferentemente do que ocorreu em 11 de setembro de 2001 onde seus criadores apontaram como culpados pessoas e direções inversas a realidade.
"A verdade, mesmo que tardia, é infalível."
OLC911

domingo, 9 de outubro de 2011

Cientista encontra explosivos Nano Thermite na perícia aos escombros do WTCí

Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gêmeas e do prédio 7.

Essa pesquisa vem a confirmar um trabalho semelhante préviamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos. Outras matérias que vem de encontro a esse achado são as do time de Arquitetos para o 911.

Com esse achado se explica a queda livre dos prédios num processo de demolição. Os aviões não poderiam derrubar as torres gêmeas devido a temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço. O impacto também não pode ter afetado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho.

Ferro derretido na base dos predios ficou vivo por várias semanas. E por tres meses fotos em infravermelho, de satélites, mostraram bolsões de alto calor nas tres torres.

Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001. dois meses antes do "ataque" ele assegurou os predios em sete bilhões de dolares contra ataque terrorista, algo como todos sabemos um tanto incomun.

O ataque 911 serviu para:
1. Criar ódio contra os arabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelense no Oriente Medio. Tambem chamado False-Flag.
2. Desaparecer com 2,3 trilhões de dolares a fundo perdido das contas do Pentágono (Rumsfeld declarou um dia antes).
3. Documentos provas contra a Enron que desapareceram na aqueda do predio 7.
4. Auto-pagar os empreiteros, talvez via Larry Silverstein e a fortuna que ele arrecadou de seguro.
Existem evidências que agentes do Mossad (serviço israelense) foram capturados no dia, alguns comemorando a queda do topo de uma van, e outros carregando explosivos. Todos foram libertados pelo FBI.



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A Al Qaeda


A Al Qaeda nasceu de outra organização criada no Afeganistão pelo professor palestino Abdullah Azzam, que exerceu enorme influência sobre Osama bin Laden, quando ele era estudante na Universidade de Jidá, na Arábia Saudita. Em 1979, ambos foram lutar ao lado dos guerreiros afegãos que combatiam os invasores soviéticos. Pouco tempo depois, já nos anos 80, Azzam fundou um grupo chamado Mekhtab Al-Khidemat (“Escritório de Serviços”, em árabe), com o objetivo de dar apoio logístico aos muçulmanos de outros países que haviam resolvido ir lutar no Afeganistão. Laden, com o suporte da CIA, especializou-se em recrutar soldados e a conseguir financiamento. O Mak acabou funcionando como embrião da Al Qaeda. A data exata da fundação da rede terrorista é incerta, como, aliás, muitos fatos da biografia de Osama bin Laden. Sabe-se que a organização surgiu entre 1986 e 1989. Azzam e Laden abriram células terroristas em 35 países, mas, contudo, o centro passou a ser nos Estados Unidos.

Na primavera de 1987, Laden ficou encurralado nas montanhas do Afeganistão. Ao seu lado, encontrava-se Kalid. Após o cerco, que durou um mês, os árabes forçaram os russos a se retirar. Da noite para o dia, Osama bin Laden virou herói.
No verão de 1988, tudo acabou para a URSS. O mundo do islã radical pegou fogo. Imediatamente após isto, este mesmo mundo resolveu que era hora de virar as armas para um novo oponente; o Ocidente.
Abdullah Azzam foi assassinado no Afeganistão, em 1989.  Muitos historiadores sustentam que Azzam foi assassinado por seu pupilo, Osama. Nesta mesma época, o saudita criou a Al Qaeda, para dar continuidade à obra de seu mentor. O sócio de Laden na empreitada foi o egípcio Mohamed Atef, com bom trânsito entre os fundamentalistas de seu país. A Al Qaeda se tornaria, efetivamente, uma organização terrorista em 1992. Um ano antes, a Arábia Saudita servira de base para que as tropas americanas expulsassem do Kuwait, os invasores iraquianos. Neste mesmo ano, Laden saiu da Arábia Saudita. Para muitos, ele fora compelido a sair da terra, cujo solo, para ele, era sagrado, pois a mesma estava com a presença de infiéis americanos e que, por isso, Laden começara a levar seu antiamericanismo e suas concepções pan-islâmicas às últimas conseqüências.
Osama bin Laden passou, posteriormente, a manter em sua base (a Al Qaeda) um departamento financeiro, que cuidava do contrabando de urânio enriquecido, componente nuclear de preço elevadíssimo no mercado negro e matéria básica para construção de bombas atômicas. Para atuar legalmente no mercado internacional, bin Laden constituiu a Taba Investiment, uma empresa de fachada utilizada para converter a moeda do Afeganistão em dólares e vice-versa. Outra sociedade levou o nome de Hildra Construction, dedicada à construção de obras públicas. Com o tempo, passou a controlar uma empresa pública de curtume, que mais tarde foi privatizada pelo Taleban.

Do livro: O Longo Caminho até o 11 de Setembro

domingo, 2 de outubro de 2011

O Q33 de NY

Q33: Surah "Tauba" - 9:  Arrependimento


9: 1 Liberdade da obrigação (seja proclamada) de Deus e Seu Mensageiro, em relação aos idólatras, com quem tenhas feito um tratado.

9: 34 Ó fiéis! Muitos dos (judeus) rabinos e (cristão) monges devoram a riqueza da humanidade desenfreadamente de (debar) homens a partir da maneira de Deus. Aqueles que entesouram o ouro e a prata, e não os empregam na causa de Deus, anuncia-lhes (ó Muhammad) um doloroso castigo,

9: 35 O dia em que ele será aquecido no fogo do inferno, e suas testas e os seus flancos e as suas costas serão marcados com elas (e ele vai dizer-lhes): Aqui está o que vos tem acumulado para vós. Agora, gosto do que vós acumulardes.

Sofonias 1:14-18

14 - O grande dia do SENHOR está perto, está perto, e se apressa muito a voz do dia do SENHOR; amargamente clamará ali o homem poderoso.
15 - Aquele dia é um dia de indignação, dia de angústia e de ânsia, dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas,
16 - Dia de trombeta e de alarido contra as cidades fortes e contra as torres altas.
17 - E angustiarei os homens, e eles andarão como cegos, porque pecaram contra o SENHOR; e o seu sangue se derramará como pó, e a sua carne, como esterco.
18 - Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia do furor do SENHOR, mas, pelo fogo do seu zelo, toda esta terra será consumida, porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada.

Fonte 1: Alcorão
Fonte 2: Biblia
Fonte 3: Wingding - Microsoft Word
Crânio e ossos é o símbolo da ordem Skull and Bones (George W. Bush foi membro)
Estrêla de Davi representa o Estado de Israel